Na mata de Brennand há paz.
e o céu azul
e a cidade
pano de fundo
buracos,
lama,
esgoto,
canal.
Pessoas nas paradas
barracas de comida
perto da Rural.
Mata Atlântica
Saudoso Curupira.
Para quem escrevo?
Porque?
Amostração?
Registro?
Treino?
Mote:
poesia do cotidiano.
E se Bukowski pode
e se Fernando tem tantos poemas inúteis
porque não eu?
Pedalar para o Indefinido
para o Abismo
e desmanchar-se
no papel mineral
lembrança da tarde
o leitor ausente:
A Eternidade
Ou então ser esquecido
como o corpo que apodrece.
Como sol que vai explodir
daqui a
5 bilhões de anos.
Fico sentado
olhando pela janela
sabendo com certeza
estou voando em três direções
passageiro do planeta
caindo no Abismo
a girar.
Pessoas nas paradas
barracas de comida
perto da Rural.
Mata Atlântica
Saudoso Curupira.
Para quem escrevo?
Porque?
Amostração?
Registro?
Treino?
Mote:
poesia do cotidiano.
E se Bukowski pode
e se Fernando tem tantos poemas inúteis
porque não eu?
Pedalar para o Indefinido
para o Abismo
e desmanchar-se
no papel mineral
lembrança da tarde
o leitor ausente:
A Eternidade
Ou então ser esquecido
como o corpo que apodrece.
Como sol que vai explodir
daqui a
5 bilhões de anos.
Fico sentado
olhando pela janela
sabendo com certeza
estou voando em três direções
passageiro do planeta
caindo no Abismo
a girar.
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