sábado, 16 de março de 2013

Os poemas da tarde infância
estão aprisionados
na resistência
dos cadernos esquecidos. 

É preciso libertá-los
para viverem na cabeça
do leitor inexistente
com quem dialogo. 

Não desejo o carro do ano
ou a escravidão moderna
do celular smathphone. 

Desejo tão somente
a Imortalidade
dos antigos
que até hoje
revelam coisas profundas. 

Mas não 
nem isso
os Ídolos também se desmancham
as folhas do caderno 
e a galáxia inteira
perecem como a manga podre na lama fresca. 

Simplesmente
que os cadernos não prossigam 
esquecidos.

e que comunique o que houver de deixar
sutil presente pros vivos. 

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